Louis I. Kahn

Silvio Colin

Louis I. Kahn foi um dos mais importantes arquitetos do século XX, da estatura de Le Corbusier, Alvar Aalto ou Mies van der Rohe, embora não seja tão conhecido pelos estudantes brasileiros como estes outros. Em suas obras apareceram grandes inovações formais, confrontando o Espírito da Época de meados do século XX. A composição é sempre feita de formas geométricas elementais, volumetria simples e diáfana, estruturas macivas, materiais aparentes, e faz dialogar a mais alta tecnologia construtiva com técnicas estruturais seculares. Em um tempo em que vigia a expressão coletiva e o anti-individualismo do Estilo Internacional, Kahn devolve ao arquiteto a sua expressão pessoal. À leveza e transparência da arquitetura do vidro, Kahn vai preferir os grandes panos cegos de concreto ou tijolos cerâmicos. A espacialidade funcionalista sera substituída, na sua obra, pelos espaços monumentais; os seus “espaços servidos” ganharão uma importância que não tiveram nos últimos sessenta anos. Louis I. Kahn foi uma influência definitiva para as novas gerações.

Assembléia Nacional. Dacca. 1962.

Itze-Leib Schmuilowsky nasceu em 1901, de uma família judia pobre  na ilha de Ösel, na Estônia (então parte do Império Russo) e passou parte de sua infância em Kuressaare. Devido à Guerra entre Russia e Japão sua família imigrou para os Estados Unidos em 1905.  Foi naturalizado americano em 1914 e teve o nome mudado por seu pai em 1915 para Louis Isidore Kahn.

Fatos marcantes na sua formação vão influenciar definitivamente a sua obra madura. Diferentemente dos grandes mestres de então, bem como dos seguidores destes, Kahn estudou na Universidade da Pensilvânia segundo a tradição Beaux-Arts. Em 1928, em viagem de estudos na Europa, seu interesse recaiu sobre as ruínas de Carcassone e os castelos medievais da Escócia, mais do que sobre os edifícios clássicos.

Trabalhou, a partir de 1929, com Paul Cret, arquiteto filiado à tradição clássica. Associou-se a seguir com George Howe e Oscar Stonorov, projetando conjuntos residenciais. Sua estadia na American Academy em Roma, em 1950, representou uma virada completa no seu modo de encarar a arquitetura. Disse, logo após, que a arquitetura da Itália permaneceria como fonte inspiradora para obras do futuro. Porém, diferentemente dos arquitetos de tradição clássica, que tomavam esta inspiração de maneira mais figurativa, Kahn vai tomá-la de forma mais abstrata e reflexiva, voltando-se para as técnicas construtivas e para os dramáticos efeitos de luz etc.

Instituto Indiano de Administração.  Kahn tinha grande fascínio pelas técnicas construtivas tradicionais e as utilizou com frequência e consistência. As paredes e os arcos de alvenaria são uma marca deste conjunto. Os arcos não apenas são utilizados para vencer os vão, mas também para direcionar os esforços nos grandes paramentos, como ensinava os romanos.

Somente após completar 50 anos vão aparecer os traços distintivos que o elevarão para a condição de grande mestre.  Sua experiência anterior, calcada na ortodoxia modernista, vai aos poucos ceder lugar a uma exploração do diálogo possível entre técnicas construtivas milenares e a alta tecnologia de sua época. Assim é que diversas vezes se utilizará de grandes painéis construídos totalmente em alvenaria e atirantados com concreto protendido. Sua paleta de materiais vai ser muito comedida. Sempre o concreto armado como elemento estrutural. A alvenaria  de tijolos cerâmicos tradicionais como elemento vedante externo será quase sempre presença constante. A madeira sempre aparecerá como contraponto, em divisórias, balcões, paramentos etc. À maneira dos seus contemporâneos brutalistas, nenhum material receberá revestimento, a não ser em algumas obras, na última fase.

Além de arquiteto, Kahn foi um prestigioso professor na Universidade da Pensilvânia a partir de 1966, tendo lecionado também em Yale e Princeton.

First Unitarian Church. 1962; Imagem <www.flickr.com. Foto Ed Brodzinsky>

A obra de Louis Kahn tinha uma poesia e um personalismo que já havia abandonado a arquitetura da mais alta tradição modernista, devido a seu apaixonado envolvimento com cada projeto. A elevada abstração formal levou o escultor e paisagista Isamu Noguchi a caracterizá-lo como um filósofo entre arquitetos, capaz de criar uma arquitetura monumental que não se afastava da escala humana, mas afirmava a grandeza das pessoas e instituições, fossem estas comeciais, culturais ou administrativas.

First Unitarian Church. Planta.  Kahn redescobriu a rigidez da composição clássica e a colocou a serviço de suas idéias com muita invenção e liberdade. A sua ideia recorrente de espaços concêntricos, variando em importância da periferia para o centro e a separação entre espaços serventes e servidos são característicos de suas plantas, principalmente nas últimas obras.

Era conhecida a sua distinção entre espaços serventes e espaços servidos. Os primeiros não eram espaços para servidores, mas espaços que serviam a outros espaços, tais como corredores, escadas, salas técnicas, aos quais sempre reservava uma forma distintiva, diferente das formas expedientes do Estilo Internacional.

Também característico de suas obras maduras era o rigor com que tratava os protocolos metodológicos clássicos, os quais ele ressuscitou, usando estratégias muito criativas para adequar a estes os complexos programas. Uma delas, muito utilizada, era envolver os espaços servidos, mais importantes, por faixas concêntricas de espaços serventes, em uma organização centrípeta, bem diferente da organização linear então utilizada pelo Estilo Internacional.

First Unitarian Church. Na iluminação indireta o repertório de Louis Kahn é infindável. Aí estão possivelmente as características mais abstratas, e mesmo metafísicas, da obra de Kahn, à qual ele se referia como “a trajetória do silêncio para a luz.”

 A morte de Louis Kahn teve a mesma dimensão trágica de sua obra. Ao voltar de uma viagem de trabalho de Bangladesh, em 1974, possivelmente pressionado por graves problemas financeiros por que passava, sofreu um ataque cardíaco fulminante em um sanitário da Estação Pensilvânia, em Nova Yorque. Não foi identificado durante três dias, pois, por razões desconhecidas, havia raspado o seu nome do passaporte.

Sua morte nos leva a uma reflexão sobre sua atribulada vida afetiva. Kahn teve três famílias diferentes. Casou-se em 1930 com Esther Israeli, única esposa mencionada em seu obituário, com quem teve uma filha, Sue Ann, nascida em 1935. Apartir de 1945 começa um relacionamento afetivo com Anne Tyng, que foi uma grande colaboradora, e a quem devem ser creditadas importantes partes de sua obra. Deste relacionamento nasceu Alexandra Tyng. Nos anos 1960, mantém um relacionamento com Harriet Pattinson, também colaboradora como paisagista, de quem terá, em 1962, um terceiro filho, Nathaniel. Este, em 2003, lançou um filme. My Architect. A son’s Jorney, indicado para o oscar de Melhor Documentário em 2004, tendo perdido para The fog of war , de Errol Morris. O filme, que guarda em sua concepção certa analogia com o grande clássico Citizen Kane (Cidadão Kane), tem como tema a busca do desvelamento de mistérios acerca da vida do grande arquiteto. Ao mesmo tempo uma jornada de descoberta, é um afetuoso retrato da complexa e elusiva vida de Louis Kahn. Apresentando belas imagens sobre as obras do arquiteto, o filme é imperdível para os estudantes de arquitetura.

Kahn com Sue Ann e Nathaniel. Imagens <www. myspace.com>

 Alexandra Tyng, Nathaniel Kahn, e Sue Ann Kahn na Exposição sobre Louis Kahn na Universidade da Pensilvânia em 2009.  Imagem < www.panachemag.com>

ALGUMAS DAS PRINCIPAIS OBRAS

Imagem <www.architectureweek.com>

Esta é  a primeira obra do período maduro de Kahn. Nela aparecem alguns dos pontos que serão a marca de sua arquitetura. Os grandes panos de alvenaria, harmonizando-se com as construções vizinhas, bem como a escala exterior amigável, contrapondo-se ao discurso do interior, marcado pelo grande pano horizontal composto de uma grelha de concreto triangular. Aparece ai também um tema que será uma constante: a forma cilíndrica contendo a escada, um espaço servidor.

Interior da Galeria. Imagem <www.flickr.com>

Teto refletido mostrando a grade triangular.  Imagem <freshness.tripod.com>

Plantas baixas. Fonte A+U, p. 38.

Casa de Banhos. Imagem <Flickr.com. Galeria Scott Benedict>

Esta edificação, a Casa de Banhos, é a pequena parte construída do grande conjunto do Centro Comunitário de Trenton. A sua simplicidade, o uso de alvenaria portante, do telhado de quatro águas, da planta fechada e absolutamente simétrica, de uma rigidez paladiana, apareceu como um manifesto contra as práticas funcionalistas e abertas do Estilo Internacional, e legou a Louis Kahn uma posição de liderança de uma nova atitude projetual.

Centro Comunitário de Trenton. Maquete do conjunto. Imagem <Giurgola, 1976. p. 106.>

Centro Comunitário de Trenton. Planta do conjunto. Imagem <Giurgola, 1976. p. 107>

Centro Comunitário de Trenton. Planta da Casa de Banhos. Imagem <Giurgola, 1976. p. 108>

Casa de Banhos. Interior. Imagem <Flickr.com. Galeria Scott Benedict>

Casa de Banhos. Detalhe do telhado. Imagem <Flickr.com. Galeria Scott Benedict>

Torre Tetraédrica. Imagem Giurgola, 1976. P. 225.

Esta obra, muito citada, é um desvio na obra de Kahn, mostrando a influência de Buckminster Fuller, cuja abordagem supertecnológica da arquitetura se apresentava como uma alternativa fascinante na época. Sua concepção foi encomendada pelo Instituto Americano de Concreto, e marca o ponto culminante da parceria de Kahn com sua colaboradora e companheira Anne Tyng, uma seguidora incondicional de Fuller. A estrutura é de concreto protendido, triangulada, altura total de 190 m, com superfície útil de 915 ooo m². As interseções são rematadas por um capitel de 3,35m. Os pilares centrais são ôcos e contêm, no seu interior, as instalações mecânicas. A base da torre mede 313 x 313 m, em três níveis: lojas, esplanada de pedestres e estacionamento e serviços.

Torre Tetraédrica. Embasamento. Imagem Giurgola, 1976. P. 224

Torre Tetraédrica. Plantas e alçado. Imagem Giurgola, 1976. P. 223

Imagem <www.flickr.com>

Este edifício mostra Kahn ainda em sua fase tecnicista, com a lógica presidindo todas as fases do projeto e uma composição modular com precisas articulações. Há uma clara diferenciação ente os espaços servente e servidos, segundo uma lógica utilizado também pelos metabolistas, com o espaço de eficiência máxima, nos laboratórios, e os sistemas alimentadores separados destes. Cada torre de laboratório está ladeada por outras, que são, ao mesmo tempo, estrutura e circulação vertical.  Robert Venturi ressalta que os elementos de dupla função, como as vigas estruturais deste prédio, são raros na arquitetura moderna. Não são elementos puramente estruturais:  são também espaciais e estéticos. [1]

Imagem A+U Architecture and Urbanisme, p. 48.

Imagem Giurgola, p. 190.

Imagem Giurgola p. 191.

Imagem  <www.flickr.com>


 Imagem http://wn.com

Uma das mais enigmáticas obras de Louis I. Kahn. Partindo de um esquema tradicional, que faz lembrar o plano geral da Universidade de Virginia, de Jefferson, com os blocos laterais e o vazio central direcionado, Kahn vai buscar o conselho de Luis Barragan para projetar esta paisagem minimalista que aponta para o Oceano Pacífico. As grandes áreas laterais dos laboratórios são circundadas por loggias, que funcionam também como circulações para levar aos escritórios, nas extremidades. Os materiais utilizados são  concreto aparente, madeira e, como pavimento, pedra Recinto, um calcáreo natural do México. Desta vez, para alocar as complexas instalações mecânicas, Kahn se utiliza de vigas Vierendeel, atravessando o grande vão do laboratório. O célebre cliente desta obra, Jonas Salk,  sintetizou com muita propriedade a obra de Louis Kahn, por ocasião das homenagens na Universidade da Pensilvânia, após sua morte. Disse que em suas obras respira-se o espírito do passado ao mesmo tempo em que se testemunha o futuro em gestação.

Imagem  A+U Architecture and Urbanisme, p. 63.Imagem <en.wikipedia.org>

Imagens [1]<www.greatbuildings.com>, [2] e [3] <www.flickr.com> e [4] content.lib.utah.edu


Imagem <1.bp.blogspot.com>

Iniciado em 1963, e somente concluído em 1970, este conjunto, uma das mais importantes escolas de administração do mundo, foi concebida para treinar aspirantes ao mercado de administração, e tem seu currículo modelado na Escola de Administração de Harvard. O campus prevê instalações para estudantes, professores e funcionários, além das salas de aula. O bloco central, com instalações administrativas e acadêmicas é ladeado pelos alojamentos de estudantes.

O desenho dos blocos apresenta uma forte geometria, com espaços abertos e livres. O gosto de Louis Kahn pelos tijolos cerâmicos é pelas técnicas construtivas ancestrais vai conquistar aqui uma aparência vernacular. Um tema recorrente do arquiteto, o arco de tijolos atirantado com concreto protendido é utilizado a exaustão no conjunto e, juntamente com outros temas construtivos, antecipam a Assembléia Nacional de Dacca.

O trabalho de luz e sombra aqui conseguido, utilizando corredores, grandes aberturas e panos cegos, juntamente com implantação geral dos blocos, com edifícios afastados, possibilitando a ventilação natural, criam condições climáticas favoráveis e uma expressão dramática buscada por Kahn no dialogismo silêncio e luz.

Imagem  A+U Architecture and Urbanisme, p. 116.Imagem  A+U Architecture and Urbanisme, p. 117.Vistas do exterior.

Uma obra-prima, clara em forma e composição, poderosa em escala e em implantação. Kahn debruçou-se sobre os arquétipos vernaculares e monumentais da região, os assimilou  e, usando sua habitual abstração, legou-lhes um grau de absoluta pureza, unindo idéias de muitas eras e civilizações. O centro da composição é a assembléia, com 3oo lugares, 30 metros de altura, coberto com uma abóbada de arestas. Ai se fixa, mais do que em qualquer outra obra, o fascínio de Kahn pela arquitetura medieval européia. As paredes são de premoldados de concreto com juntas de mármore.

Imagem  A+U Architecture and Urbanisme, p. 92.Imagens <www.akdn.org>


Este edifício é uma síntese da obra de Kahn. As paredes externas, quase destacadas do conjunto, parecem materializar a sentença de seu autor: “O muro é um acontecimento”. Contruídas em alvenaria de tijolos cerâmicos, em uma técnica secular, conferem ao edifício uma expressão de massa contrária à formulações do Estilo Internacional. Internamente, entretanto, lá estão os grandes painéis de concreto, as vigas protendidas, criando um contraponto muitas vezes encontrado na sua obra. Enquanto as alvenarias externas ligam o edifício ao mundo real, os grandes círculos, figuras geométricas abstratas desmaterializam a construção, levando-a para o mundo platônico das idéias. As plantas repetem uma idéia recorrente de Kahn, dos espaços dentro dos espaços. Desta vez, entretanto, o centro é o vazio, em toda a sua grandiosidade. É o espaço apenas espaço. Em sua volta, a estanteria protegida do exterior, envolvida pelos ambientes de leitura, este em contato com a paisagem circundante. Parece inacreditável que tantas oposições e contradições, tanta  riqueza de ideias que se sobrepõem caibam dentro do rigor geométrico clássico,  a que Kahn se submete expontâneamente.

Imagens A+U Architecture and Urbanism.

1- Pórtico de Entrada. 2- Vazio central. Imagens <kinokinos.tumblr.com> .3- Mesas de leitura. 4-   Detalhe da iluminação zenital. Imagem <architecturelinked.com>

Kahn foi o escolhido para projetar este museu após uma busca extensa entre os mais renomados arquitetos em atividade nos Estados Unidos, incluindo Breuer, Mies, Bunshaft e Edward Barnes. A despeito de sua aparente simplicidade, com 16 abóbadas de berço de 30 m de comprimento por 7 m de largura, e 6 de altura, trata-se de um projeto sofisticado. As abóbadas são rasgadas na parte superior para permitir a iluminação natural nas galerias. Nos encontros das abóbadas, estãos as intalações mecânicas e os dutos ar condicionado.

Neste edifício, diferentemente de suas realizações anteriores, Kahn abandona a rusticidade dos acabamentos, e adota paredes de concreto revestidas em ambas as faces com travertino. O edifício também possui três pátios com grandes painéis de vidro para reforçar a iluminação natural. Sua companheira de então, Harriet Pattison, desempenhou importante papel nas decisões relativas ao paisagismo, descrito por muitos como o mais elegante exemplo de arquitetura paisagística americana.

Um importante detalhe foi o desenho das abóbadas com a utilização de uma curva ciclóide, que produz uma distribuição de luz natural mais homogênea. Após incontáveis tentativas, junto a especialistas, utilizou-se de difusores de alumínio perfurado.

Imagens A+U Architecture and Urbanism, p.  136 a 138.

Imagem <picasaweb.google.com>

Imagem <en.wikipedia.org>

Situado em uma área comercial urbana, o programa é complexo devido às demandas acadêmicas e comerciais. Internamente é banhado por uma luz  natural particularmente qualificada pelo revestimento em lambris de madeira. É em função desta luz que as funções se distribuem.  Externamente o revestimento é painelizado com bandejas de aço, texturizadas com ácido. O contraste entre a fachada tensa e calma, e a grandeza do  cálido espaço interior é inesperada e dramática. A tecnologia moderna requerida para texturizar os paineis exteriores e as bandejas de acrílico dos domos da iluminação zenital contrasta também com as coleções expostas.

Imagem <www.building.co.uk>

Imagem  A+U Architecture and Urbanisme, p. 176 e 177.

Com seu vocabulário específico, Kahn acende o debate sobre conteúdo e continente na arquitetura. As considerações sobre forma e beleza, sobre o moral e o social não se detém a aspectos particulares e fragmentários; são sempre voltadas para o universal e integro. Muitas questões ligadas a modismos não encontram espaço em sua obra. Em compensação as tecnologias atuais dialogam com outras, ancestrais, de uma maneira que não vamos encontrar em nenhum outro arquiteto. De tudo isso nasce uma arquitetura inédita, rude às vezes, afável, outras, porém sempre íntegra.

NOTAS

[1] VENTURI, Robert. Complexity and contradiction in architecture. Nova Iorque: Museum of Modern Art, 1966.

BIBLIOGRAFIA

1- A+U. ARCHITECTURE AND URBANISM. Extra Edition. Louis I, Kahn Novembro 1983. Tóquio, Japão.
2- GIURGOLA, Romaldo, MEHTA, Jaimini. Louis I. Kahn. Barcelona: Gustavo Gili, 1976.
3- FRAMPTON, Kenneth. Historia crítica de la Arquitectura Moderna. Barcelona: Gustavo Gili, 1992.
4- LAMPUGNANI, Vittorio. Enciclopedia de la arquitectura del siglo XX. Barcelona, Gustavo Gili, 1989.

8 Respostas para “Louis I. Kahn

  1. what a lengthy and in depth article but full of useful information

  2. Professor Silvio Colin, parabéns pela pesquisa e sua divulgação sobre o importante arquiteto L.Khan.
    Beti

  3. Bárbara Cardozo

    Nossa! Quanta coisa fantástica! Nas férias vou conseguir ler tudo com detalhes! Rs… Parabéns!

  4. BEATRIZ LARA CAMPSO

    ÓTIMO TEXTO, ESTOU FAZENDO TRABALHO SOBRE DACCA, ESTA DIFÍCIL DE ENCONTRAR INFORMAÇÕES. MUITO CLARO E DESCRITIVO, BELAS IMAGENS.

    OBRIGADA,

  5. Qual foi a fonte das plantas baixas da Galeia de Arte de Yale? Ficou meio vaga a legenda. E a gente não consegue entender o que é o que na planta, pois só temos os números e nenhuma explicação. Se puder me ajudar eu agradeço!

  6. Oi Eduarda. Obrigado pela lembrança. Sua observação já foi atendida. SC

  7. Aqui esta tudo o que eu preciso para o meu trabalho! Obrigada pela divulgação do material. Está difícil de achar os trabalhos de Kahn em português.

  8. Rafael Gonzaga

    Tocante,inspirador e narrado de forma simpática e entusiasmada! Obrigado por publicar esta pesquisa !

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